Semana Mundial da Imunodeficiência (IDP)

Hoje iniciou a Semana Mundial da Imunodeficiência (IDP).

Existem mais de 300 tipos de imunodeficiências primárias, defeitos genéticos que afetam o sistema imunológico, provocando constantes infecções. No Brasil, estima-se que 170 mil pessoas tenham a doença.

As imunodeficiências primárias (IDPs ou PIDs) são distúrbios geneticamente herdados que envolvem o sistema imune e suas respostas, predispondo os indivíduos afetados a infecções recorrentes e graves, desregulação do sistema imune com doenças autoimunes e malignidade.

As IDPs apresentam muitas semelhanças clínicas com as imunodeficiências secundárias, que podem ocorrer durante certas infecções virais, após o uso de imunossupressores no transplante. Durante o tratamento de doença autoimune sistêmica ou em associação com a quimioterapia no câncer. Mais de 150 alterações genéticas associadas a imunodeficiências já foram identificadas.

A avaliação da imunodeficiência inclui histórico clínico, exame físico e teste da função imunológica.

Os testes variam com base no seguinte:
  • 🔸 Se há suspeita de imunodeficiência primária ou secundária;
  • 🔸 Para imunodeficiência primária, em que considera-se que há deficiência de componente do sistema imunológico.
As causas das imunodeficiências secundárias incluem:
  • 🔸 Doenças sistêmicas (p. ex., diabetes, desnutrição, infecção pelo HIV);
  • 🔸 Tratamentos imunossupressores (p. ex., quimioterapia citotóxica, ablação da medula óssea antes de transplante, radioterapia);
  • 🔸 Doença grave prolongada.

As doenças graves prolongadas podem deprimir a resposta imune; esse efeito prejudicial pode ser reversível, se a doença se resolver.

O tratamento varia de acordo com o tipo e a gravidade da doença.

Informação, conscientização e acompanhamento com o médico imunologista são de suma importância!

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